Fotografe o código de barra e compre o livro

Livraria Cultura viabiliza ferramenta para que usuários de smartphones pesquisem e comprem livros

Você viu um livro na casa de um amigo e ficou com vontade de comprar? Fotografe o código de barras, veja as informações e o preço, e compre com seu smartphone. Essa é a ideia que a Livraria Cultura está colocando em prática por meio de uma parceria com a Scanbuy, empresa que oferece serviços de leitura de códigos de barra e QR Code, líder mundial no segmento. Na prática, quem tiver o aplicativo da Scanbuy no celular pode acessar as informações dos livros em qualquer lugar – até numa livraria concorrente, por exemplo – e ser automaticamente direcionado para a loja virtual da Cultura.

Segundo Bernardo Abecasis, diretor geral da Scanbuy no Brasil, há um milhão de smartphones no país com o aplicativo da empresa – no mundo, são 50 milhões. No ano passado, a média de leitura diária de códigos por parte de brasileiros foi de cinco mil, conta o executivo. “Ainda é pouco em comparação com o resto do mundo, onde são feitas três leituras por segundo [ou 260 mil por dia], mas esperamos um crescimento exponencial da base de smartphones e, portanto, do número de leituras no país”, afirma.

Empresas varejistas e agências de publicidade, junto com grandes marcas, representam os principais clientes para esse tipo de ferramenta, diz Abecasis. A Scanbuy já tem parcerias para incluir o QR Code, por exemplo, em anúncios do Guia Mais e da editora Abril. Diversos tipos de conteúdo podem ser atrelados à leitura desse tipo de código.

No mundo dos livros, algumas editoras já incluíram QR Codes em capas e materiais promocionais. Recentemente, a Novo Conceito divulgou que todos os seus lançamentos estão saindo da gráfica com o código que dá acesso a book trailers e outras informações estampado em cada exemplar.

 

Fonte: Publish News

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

‘Investidor Anjo’ no Jornal do Comércio, de Porto Alegre

Fonte: Jornal do Comércio (Porto Alegre)

Aproveite e adquira agora mesmo seu exemplar do livro Investidor Anjo, de Cassio Spina, pelo site da nVersos.

Clique aqui

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Pará zera déficit de bibliotecas

Última cidade do estado sem atendimento era Afuá

O Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, da Fundação Biblioteca Nacional, anunciou, na última semana, que o Pará zerou o déficit de municípios sem bibliotecas, que há pouco mais de um ano era de 24 localidades.

O presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, e a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, estiveram em Afuá, município de 38 mil habitantes na Ilha de Marajó, para inaugurar a biblioteca municipal, a última do estado sem biblioteca.

 

Fonte: Publish News

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

A beleza do caos de Nelson Baskerville

Vencedor do Prêmio Shell de melhor diretor vive fase criativa após peça Luís Antônio-Gabriela

A beleza não está no apolíneo. Naquilo que é luminoso, bem-acabado, perfeito. Ao menos, não sempre. Foi com um teatro sujo, despudorado, quase de mau gosto, que Nelson Baskerville conquistou a aclamação, as plateias cheias e o Prêmio Shell 2012 de melhor diretor. “Há no teatro uma exigência de tudo ser limpo. A luz tem de ser linda, a cena arrumada”, diz o encenador. “Mas consigo olhar qualquer paisagem e achar algo feio. Existe sempre uma falta de combinação nas coisas. Não adianta deixar bonitinho. Tem de gostar do jeito que é, e é feio mesmo.”

Para esta edição do Festival de Curitiba, Baskerville trouxe duas amostras da sua linguagem “suja”: Por Que a Criança Cozinha na Polenta- espetáculo de 2008 que amealhou 26 prêmios, mas passou praticamente despercebido em São Paulo – e o recente Luís Antônio-Gabriela, título que jogou luzes sobre o seu estilo e catapultou seu nome.

“As pessoas agora me perguntam: ‘Mas o que é que você tinha feito antes mesmo?’”, conta ele, 50 anos, 32 de carreira. Começou a fazer teatro ainda criança, na escola e na igreja. Formou-se como ator pela Escola de Arte Dramática. Frustrado, chegou a abandonar tudo e foi lavar pratos, em Londres. Mas, de volta, reencontrou o palco. Tornou-se professor de interpretação, passou pela televisão, descobriu-se artista plástico. E, em 2005, dirigiu seu primeiro espetáculo. “Hoje, vejo meus alunos fazendo mil coisas ao mesmo tempo. Existe essa pressão por acontecer. Isso não importa. Vai fazendo o que você tem vontade. Porque uma hora acontece.”

Marcos Felipe

O ator Marcos Felipe, que vive o personagem central, em cena da peça Luís Antônio-Gabriela

Após três temporadas em São Paulo e as apresentações em Curitiba, Luís Antônio-Gabriela inicia sua carreira internacional. A Cia. Mugunzá embarca em maio para Portugal, onde passa por Lisboa e pelo Porto. Existem planos de levar a montagem a Paris. E, em breve, a história será contada em livro: a obra já foi escrita e está em fase de edição.

Mas não se resume a reconhecimento o saldo desse espetáculo. O trabalho parece ter dado vazão a um fluxo criativo. Apenas este ano, o diretor já estreou outras três criações: 17 x Nelson, Os Sete Gatinhos e Brincando com Fogo. Para o segundo semestre, prepara Os Credores, de Strindberg. E, depois de conduzir uma leitura dramática do texto Boule d’Or, do francês Jean-Pierre Sarrazac, planeja encená-lo.

O fundo autobiográfico de Luís Antônio-Gabriela poderia sugerir que a nova e profícua fase é resultado de alguma resolução de caráter psicológico. Afinal, a peça dá conta de sua trajetória familiar, examina os conflitos com o irmão travesti de quem o diretor passou mais de 30 anos afastado. Tem ares de acerto de contas. Mas não parece estar aí, ou pelo menos não se restringe a isso, o “despertar” de Baskerville.

Em cada um dos seus novos trabalhos, percebe-se a afirmação de um estilo particular. O encontro de uma voz própria, que passa ao largo de conceitos como elegância e contenção. A convergência de um percurso que se traduz em uma cena excessiva, caótica e viva. “Não estou fazendo nada novo. Até porque isso não existe. Estou combinando elementos, influências que recebi”, pontua. “Não tenho linhas estéticas a serem aplicadas. Parto apenas do texto e da minha própria ignorância. Quando faço uma peça é para que eu mesmo possa entendê-la.”

Fonte: O Estado de São Paulo

Aguarde, o livro ‘Luís Antônio – Gabriela’ será lançado pela nversos em Maio! Siga-nos em nossas redes sociais e fique por dentro das novidades!

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Poeta ministra oficina de criação

O Centro Centro Cultural b_arco (Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 426 – São Paulo/SP) oferece oficina de criação poética, de 28 de abril a 16 de junho, sempre aos sábados, das 10h30 às 12h30.

O curso será ministrado por Cláudio Willer e terá exposições teóricas e exercícios práticos de texto, com o objetivo de estimular a criação literária e a leitura dos participantes. O valor é de duas vezes de R$ 250. Para mais informações e para realizar as inscrições, acesse o site.

 

Fonte: Publish News

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Professor influencia mais do que mãe

Pais, por outro lado, perdem bastante importância

Um dado interessante revelado pela terceira pesquisa Retratos da Leitura é que o professor passou a influenciar mais do que as mães na decisão de ler. Antes, em 2007, as mães eram o grupo mais influente para 49% dos entrevistados.
Os professores vinham atrás, com 33%, seguido dos pais, com 30%. Agora, os docentes são, em 45% dos casos, quem mais influencia, seguido das mães, com 43%, e dos pais, com apenas 17%. Outro grupo relevante são os parentes e amigos: 14% e 12%.
Os outros grupos, menos importantes são líder religioso, esposo/esposa e colega. Já para 17% das pessoas, ninguém influencia.
Fonte: Publish News

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Leitura perde espaço no lazer do brasileiro

De quarta atividade preferida, ‘ler’ cai para sétima

Ler era a quarta atividade preferida dos brasileiros em seu tempo livre, segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil de 2007. Na edição de 2011 divulgada ontem, contudo, a leitura caiu para sétimo lugar. Se antes ela perdia apenas para assistir TV, escutar música e descansar, agora ela também fica atrás de se reunir com família e amigos, assistir DVDs e sair com amigos.
A porcentagem de pessoas que afirma gostar de leitura como lazer caiu para 28%, contra 36%, em 2007. Dessas pessoas, 58% afirmam ler frequentemente.
Na comparação entre as duas edições da pesquisa, assistir televisão continua em primeiro lugar – e subindo – com 85% da preferência nacional.
 
Entre as formas de leitura, na comparação entre 2007 e 2011, os livros (indicados ou não pela escola) continuam atrás de revistas (53%) e de jornais (48%).
Fonte: PublishNews

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized