‘Capital anjo’ ganha espaço no Brasil; veja como buscar um investidor

Além de colocar dinheiro, o ‘investidor anjo’ dá conselhos ao empreendedor. Especialistas dão dicas para quem busca o tipo de investimento.

 

Mais difundido nos Estados Unidos e na Europa, o conceito de “capital anjo” ganha, aos poucos, maior espaço no Brasil. Associações vêm sendo criadas nos últimos anos no país para fomentar a modalidade de investimento, onde o investidor, geralmente um executivo experiente, aposta em empresas em fase de criação, colocando capital, tempo e conhecimento no negócio.

Atrair um “anjo” como esse à empresa nascente, contudo, exige do empreendedor uma ideia inovadora e um projeto sólido, indicam especialistas ouvidos pelo G1, que dão dicas para quem busca o tipo de investimento.

Rogério e Apolo Lira, Rafael Aredes, os sócios da Easy Food que conseguiram cinco investidores anjo no Rio de Janeiro (Foto: Divulgação/Easy Food)

“A primeira dica é entender bem o que é o investimento anjo, buscar informações a respeito”, sugere Antonio Botelho, coordenador da Gávea Angels. A associação privada sem fins lucrativos diz ser primeiro grupo de investidores anjo do Brasil e da América Latina. Recebe propostas de empreendedores em busca de um “anjo” desde 2003. Os trabalhos, contudo, foram reduzidos em 2008, por conta da crise econômica, e retomados com mais força em 2010. Hoje, é formada por 27 associados, ou seja, 27 investidores em buca de bons projetos.

Botelho, que é investidor anjo, explica que o principal diferencial do “capital anjo” é justamente o papel do investidor no negócio, que vai muito além da simples entrada com o dinheiro. “Ele investe na empresa em estado inicial. Traz expertise tecnológica ou científica, faz acompanhamento muito direto, reuniões periodicamente, mas sem tirar o papel do empreendedor”, explica.

Nos Estados Unidos e na Europa, o especialista estima a existência de algumas centenas de redes de fomento ao tipo de investimento. No Brasil, contudo, elas ainda começam a se formar.

Negócios inovadores

Toda a dedicação dos investidores, contudo, ocorre em busca de um bom retorno no futuro, explica Botelho. “O investidor anjo busca negócios inovadores, com crescimento rápido, potencial de valorização e possibilidade de saída, essa saída pode ser uma recompra pelo próprio empreendedor, ou vender para uma concorrente, para uma empresa maior, ou, ainda levar a empresa até a bolsa, o que é mais difícil”, afirma.

(…)

Leia o restante da matéria no site do G1, clicando aqui.

 

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